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"kolynos faz do seu sorriso um sorriso mais brilhante" |
mas a culpa é do ricardinho, um jornalista que assimilei como amigo no sul da bahia, onde me jogaram como mala velha e, já que perdi o bonde da história que ia contar, falemos um pouco desse insígne escrevinhador e rábula. ricardinho é deficiente de centimetragem o que, embora não o desmereça fisicamente, faz-lhe mal se tivesse de ser colunista e dependesse da sua altura para dimensionar o seu espaço. por outro lado, e isso é ótimo, por ser pequeno, cabe em qualquer canto. até nesta postagem. voltemos à história que eu pretendia contar. voltemos à greve dos professores que já passou dos cem dias e gerou um bate-boca deverasmente instigante (não foi aquele entre a professora com esfíncter urinário deficitário e a pobre moça saneadora de banheiros e correlatos. não. de forma nenhuma.).

eureka!! lembrei do que queria contar! o portugal não disse (quer dizer, escreveu) no moribundo jornal a tarde - estrebuchante é mais nordestino, não? - que abria mão da verba destinada a seu midiático band aid para curar um câncer? ou eu li errado? ou eu vi errado? ou eu sou tão amigo do jorginho que li o que gostaria que ele escrevesse? ou eu gosto tanto desse amigo jorginho lá de santamaro que compreendi o que ele escreveu do jeito que eu queria que ele agisse? sei lá!
seja lá de que jeito for, o que eu queria contar e vou acabar gastando todo o espaço do meu brogue sem dizer nada é que, por esses dias, encontrei o portugal no aeroporto de ilhéus. depois dos abraços de praxe entre dois bons amigos (?) ele me revelou que estava na cidade finalizando os detalhes para começar os tais dos aulões da discórdia e que corroem a maneira wagner de governar (me lembra até um certo "ex" eternizado pelas pessoas): "nunca na história deste país...".
ué?! mas ele não tinha escrito, dito, falado, sussurrado e resmungado lá no jornal a tarde que abriria mão desse negócio? sei não... a esta altura do campeonato, vai ver que eu sonhei.
mas a culpa é do ricardinho.